Hoje dia 19 de abril de 2011 completaria 125 anos de vida um dos mais importantes nomes da literatura brasileira, Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho. Nasceu em Recife-PE, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira.-
125 anos ; Manuel Bandeira
terça-feira, 19 de abril de 2011
Hoje dia 19 de abril de 2011 completaria 125 anos de vida um dos mais importantes nomes da literatura brasileira, Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho. Nasceu em Recife-PE, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira.Com 17 anos, Manuel Bandeira foi para São Paulo, a fim de ingressar na Escola Politécnica, mas já no ano seguinte (1904) ficou tuberculoso. Abandonou os estudos, passando temporadas em várias outras cidades, de clima mais propício ao seu estado de saúde. Em 1913 partiu para a Suíça em busca de tratamento. Regressou no ano seguinte, pois estava começando a Primeira Guerra Mundial. Em 1917 publicou seu primeiro livro: A Cinza das Horas.Conforme esclarece o melhor crítico da obra de Bandeira, Davi Arrigucci Jr.: "A poesia de Bandeira (..) tem início no momento em que sua vida, mal saída da adolescência, se quebra pela manifestação da tuberculose, doença então fatal. O rapaz que só fazia versos por divertimento ou brincadeira, de repente, diante do ócio obrigatório, do sentimento de vazio e tédio, começa a fazê-los por necessidade, por fatalidade, em resposta à circunstância terrível e inevitável".
O poeta morreu com mais de 80 anos, em 13 de outubro de 1968.
Um dos poemas bem conhecido de Manuel Bandeira “Trem de Ferro”, tem notória musicalidade típica das obras do autor. O vídeo abaixo é uma adaptação do poema realizado pelo grupo Vocal Patuscada : Letra do Poema
Referências:
Postado por Thalita Sigler às 14:58 | Marcadores: literatura, Manuel Bandeira, poema, trem de ferro | 0 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
-
Antes de dormir.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
"Fechar os olhos e ouvir o barulho da chuva;
Abrir os olhos e esperar encontrar você;
Mas você não está. Ta longe;
Olhar pra janela e ver a noite refletindo no violão;
Escrever esse momento;
Na esperança de em breve a luz piscar(...)
e ser você do outro lado".Postado por Thalita Sigler às 23:03 | Marcadores: chuva, noite, poema, violão | 1 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |
-
A Mudança
sexta-feira, 25 de março de 2011
O silêncio da casa grita por barulho;Tudo escuro, calmo, calmo demais;Falta uma luz, a criança, o cheiro;Coisas no lugar, nenhuma bagunça.
O silêncio da casa esperneia por barulho;Janelas e portas sempre fechadas;Fogo não se acende;As plantas morrem, elas não podem pedir água.
O silêncio da casa suplica por barulho;Roupas jogadas e ninguém pra brigar;Liberdade, privacidade, sossego;Solfejar do violão, cantarolar de uma canção.
O silêncio da casa se acostuma;Mesmo com o silêncio A luz estará lá;Ele não achará o barulho de antes, mas ouvirá o dobrar de joelhos;Escutará a sinfonia de um Amém.Postado por Thalita Sigler às 20:42 | Marcadores: fellings, mudanças, poema | 1 comentários | Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook |